Apoio aos Estudantes de Rolândia


Durante cinco anos me desloquei de Rolândia para Londrina, todos os dias indo para a UEL. Lembro que comecei pagando como mensalista a quantia de R$ 70,00. Ao longo do ano esse valor totalizou quase R$ 800,00, hoje deve estar bem acima de R$ 100,00 por mês.  Tive sorte de ter um pai que mesmo aposentado com um salário mínimo, me ajudava a pagar o “buzão do Wander” no período que estive desempregado.
Quantos foram os amigos que foram forçados a abandonar a faculdade, por não terem condições de pagar sua locomoção? E aqueles que enfrentavam a nossa perigosa rodovia Cambé/UEL numa moto, pra economizar um pouquinho de dinheiro, se sujeitando a todas as situações climáticas?
Creio que a prefeitura peca em não ajudar (pelo menos não tenho conhecimento do contrário) aqueles que estão se preparando profissionalmente, pois num futuro, a sua capacitação se reverterá em benefício para a própria cidade. Muitas vezes o empregador se vê obrigado em contratar gente de fora, por não encontrar um profissional com a formação exigida por aqui.
Acharia oportuno o poder público local subsidiar parte dos gastos dessas pessoas que buscam formação profissional técnica ou superior fora da cidade, principalmente daqueles com poucos recursos financeiros.

Para refletir: O profissional que trabalha em Rolândia, ganha seu dinheiro aqui, mas mora em outra cidade, por acaso deixa o seu salário por aqui?


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