ASSUNTOS POLÊMICOS DE ROLÂNDIA





Ainda que nas "rodinhas de bar" os assuntos não sejam esses, nas redes sociais não se falam de outras coisas a não ser da construção de novas moradias ao lado do Jardim Itália e a reprovação do projeto do executivo, para desafetação de terrenos do município.

Como sou "metido" a opinar, fui instado por muitos para que comentasse e eu, Homero José Dias Filho, 34 anos, funcionário publico concursado, aprovado em 2007, ficando na 11ª colocação, graças primeiramente a Deus e depois ao meu esforço, merecedor de cada centavo conquistado através de muita cobrança, não posso me furtar o direito de manifestar a minha opinião sobre esses dois assuntos de interesse (pelo menos deveria) de todos os 60 mil habitantes de Rolândia.

Construção de Novas Moradias Populares. 

A administração municipal conquistou 523 casas, Governo Federal, Caixa, Governo Estadual VEJA. Parabéns a adminisitração pela conquista. Até aí tudo bem. Não se discute o quanto essas casas farão a diferença na vida de centenas de famílias. Tanto é que ninguém questionou as 341 casa que serão construídas atrás do Pq. Ind. Roland. O problema são 182 imóveis do Jardim Orlandino Almeida, que ficará atrás do Jardim Itália. 

Eis a situação.

É de conhecimento de todos que os índices mais baixo de desenvolvimento humano estão nessa região da cidade. Alta taxa de criminalidade, pobreza, baixa desenvolvimento educacional, segundo o IDEB, o terreno é ingrime e os equipamentos lá existente (posto de saúde, creches e escolas) não são suficientes nem ao menos para os que ali residem, além da questão ambiental.Existe por lá um manancial que precisa ser cuidado.

A pergunta:

Não teriam outros terrenos para serem construídas essas casas?





Projeto de desafetação de terrenos públicos é rejeitado. Quem está com a razão nisso tudo?

A sessão de 07/05 tomou proporções que ao meu ver, não tem uma explicação sensata. Com relação ao projeto ter sido rejeitado pelos vereadores, não os tornam inimigos do prefeito ou do povo, como "querem alguns" demonstrar. Houve na segunda-feira, o embate de visões contrárias sobre um mesmo ponto. O bem estar da comunidade.

O executivo justificou o interesse em vender, visando, segundo a própria análise, o bem estar da comunidade.

Os vereadores que votaram contra, 06, rejeitaram também pensando no bem estar da comunidade, pois zelaram pela preservação do patrimônio de todos.

Portanto, não há certo ou errado, bandido ou mocinho nessa história. Há sim, visões e posicionamentos distintos.

Eu, como já manifestei aqui em outros posts, também votaria contra o projeto, por entender que essa não é a única e nem a melhor maneira de se angariar recursos. Com diz o ditado (que não vale pra comerciante)" quem não vende, sempre tem".


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1 Comentario
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Feliz Homero pelo espaço criado por ti! Sua forma sensata e madura de conduzir os conteúdos de afeto a nossa cidade são pequenos diamantes preciosos, daqueles difíceis de encontrar! Sofremos uma crise de ausência de valores de cidadania! E muito frequentemente observamos as massas sendo conduzidas por politiqueiros (as), sem rumo, ou ainda pior no rumo traçado por aqueles! O analfabetismo político, fruto de uma educação de cabresto, focalista, resultado de interesses individualistas dessa sociedade sob o jugo do sistema capitalista! Acordemos para a vida coletiva enquanto há tempo. No demais, seremos engolidos pela pulsão dos instintos egoístas que nos sucumbem as mais tristes condições frente as oportunidades de poder, dinheiro, status, visibilidade! Haverá um dia em que há de haver de fato política neste país e de ser para todos...

Balas