Lembram da mulher acusada de colocar cocaína na mamadeira da própria filha?

Lembram-se da mãe acusada de colocar cocaína na mamadeira de seu neném? 

Daniele foi espancada na cadeia e perdeu uma visão

A notícia 
Mãe é acusada de matar filha com mamadeira de cocaína 30 de outubro de 2006 • 06h33 • atualizado às 08h31 

A polícia prendeu neste domingo, em Taubaté, no interior de São Paulo, uma mulher de 21 anos acusada de matar a própria filha de 1 ano e 3 meses após supostamente dar à criança uma mamadeira com leite misturado com cocaína. De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, a acusada é a mesma pessoa que, há cerca de duas semanas, disse ter sido estuprada no hospital universitário da cidade. 

 As consequências

Agressões 
A mulher acusada de envenenar a filha foi espancada pelas companheiras de cela dois dias depois da prisão. A polícia afirmou que as detentas agrediram a presa porque souberam da acusação pela morte da filha. Segundo Barros, uma presa foi indiciada por lesão corporal culposa. A acusada quebrou a mandíbula com as agressões e chegou a ficar internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Atualmente a mulher está presa na cadeia de Pindamonhangaba. No mesmo mês da morte da filha, a mulher acusou um médico residente do Hospital Universitário de Taubaté de tê-la estuprado enquanto a menina recebia atendimento. O caso está sendo investigado. 

Final da História

SÃO PAULO - Daniele Toledo do Prado passou 37 dias presa na Cadeia Pública de Pindamonhangaba, no Vale do Paraíba, em São Paulo. Na prisão, apanhou por cerca de 4 horas seguidas de outras detentas. Teve a mandíbula fraturada e uma caneta enfiada no ouvido, além de ficar com diversos hematomas no rosto, 85% da visão e 70% da audição direita comprometidas. Ela foi acusada de ter colocado cocaína na mamadeira da filha, Victoria Maria do Prado Iori, de um ano e três meses, que morreu em 29 de outubro de 2006 em Taubaté.
A menina chegou ao hospital com vômitos, crise convulsiva e síndrome de ausência (não reagia a estímulos de dor, tinha pressão e batimento cardíaco baixos). A acusação foi feita após uma médica e uma enfermeira que atenderam a criança terem relatado a existência de um 'pó branco' na boca da menina.
O laudo preliminar, feito no Instituto Médico Legal de Taubaté, onde Victoria morreu, apontou overdose de cocaína no leite. Foi com base neste laudo que a prisão de Daniele foi decretada. Mas o exame definitivo e, depois, o da contraprova, deram negativo.
Laudos de três testes realizados pelo Instituto de Criminalística (IC) comprovaram que a mamadeira não continha qualquer tipo de droga.
Em setembro de 2008, a Justiça absolveu Daniele. A mulher move ação contra o estado. A causa da morte da criança é considerada ignorada.


Fontes: 

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI1219807-EI5030,00-Mae+e+acusada+de+matar+filha+com+mamadeira+de+cocaina.html 

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u129004.shtml

http://oglobo.globo.com/pais/mae-acusada-de-colocar-cocaina-na-mamadeira-da-filha-passou-37-dias-presa-3036402

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4 Comentario
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assisti seu documentario na tv a cabo muito luz e que deus esteja do seu lado que os medicos que atenderam sua filha sejam punidos

Balas
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Para mim este hospital e cercado de criminosos e ainda acho que eles armaram para a mola ser punida e ninguém acreditar nela no caso de estupro dentro do hospital...e este delegado???? nossa ele sabia de tudo e ainda condenou a moça????? muita sujeira nisso ai...mas como no Brasil os pobres são massacrados ela não tem como se defender

Balas
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Para mim este hospital e cercado de criminosos e ainda acho que eles armaram para a mola ser punida e ninguém acreditar nela no caso de estupro dentro do hospital...e este delegado???? nossa ele sabia de tudo e ainda condenou a moça????? muita sujeira nisso ai...mas como no Brasil os pobres são massacrados ela não tem como se defender

Balas
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Malditos policiais e agentes penitenciários que se acham donos da lei, desrespeitando os direitos humanos.
Eu espero que a justiça federal prenda e demite esse delegado, o médico, e os agentes penitenciários envolvidos.

Balas